Autoria de: Marcelo Antônio Moraes Mac Dowell    

Orient.: Jéssica Modinne de Souza e Silva

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Centro Universitário Fibra, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Nutrição


RESUMO

Introdução: A adolescência é um período de intensas mudanças hormonais, corporais e emocionais. Durante essa fase, os adolescentes desenvolvem sua autoimagem, muitas vezes enfrentando inseguranças devido às pressões sociais. A nutrição e a autoimagemestão intrinsecamente relacionadas. Durante essa fase, a alimentação desempenha um papel crucial, influenciada por fatores socioemocionais, culturais e religiosos, podendo levar a transtornos alimentares. Objetivo: Relacionar a nutrição e o transtorno de autoimagem em adolescentes, identificando a prevalência e os fatores associados à insatisfação corporal nessa faixa etária. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica de literatura de artigos em língua portuguesa, dos anos de 2019 a 2024, em revistas de saúde periódicos e bases de dados como: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Biblioteca Cientifica Eletrônica Virtual (SCIELO) e Literatura Latino – Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), utilizando as palavras-chave como: Nutrição, Transtorno de autoimagem, Adolescentes e Relação. Resultado: Consideramos, então, a complexa relação entre nutrição, imagem corporal e comportamento alimentar na adolescência. A formação da identidade e a busca por aceitação social nesse período tornam os adolescentes particularmente vulneráveis a influências externas, como os padrões de beleza impostos pela mídia. Nesse sentido, a intervenção precoce e a educação nutricional são ferramentas essenciais para prevenir transtornos alimentares e promover uma relação saudável com o corpo. Conclusão: O estudo reforça a necessidade de uma abordagem integrada para lidar com os transtornos de autoimagem em adolescentes, que considere tanto os aspectos nutricionais quanto os psicológicos e sociais. A colaboração entre famílias, escolas e profissionais de saúde é essencial para criar um ambiente de apoio e compreensão, onde os jovens possam desenvolver uma relação saudável com a comida e o próprio corpo.